HISTÓRIA DO COPESP



Em meio a tantas lutas e momentos difíceis da Igreja Evangélica Paulista, onde as denominações eclesiásticas disputavam espaços e tentavam impor pensamentos bastante peculiares de suas denominações e igrejas. Com os pentecostais de um lado totalmente marginalizados e os tradicionais de outro com pavor dos movimentos de avivamento, um grupo de pastores na década de 1970 reuniu-se para tentar harmonizar tais diferenças e a busca da comunhão evangélica mútua.

Entre os "heróis" que compunham o exército dos apaziguadores estavam: Missionário Manoel de Mello; Rev. Joel Jorge de Mello; Bispo Almir dos Santos; Bispo Alípio da Silva Lavoura; Deputado Lauro Monteiro da Cruz; Rev. Boanerges Ribeiro; Rev. Sherlock Nogueira; Rev. Álvaro Simões; Rev. Rubens Lopes; Bispo Isaias Sucazas; Deputado Gioia Junior; Deputado Ivan Espindola de Ávila; Pastor Irland Pereira de Azevedo; Bispo Manoel Ferreira; Pastor Walter kachel; Dr.Camilo Askar; Pastor Alfredo Reikdal; Rev. Samuel Barbosa e outros tantos de grande influência e interessados no BEM COMUM das Igrejas Evangélicas do Estado de São Paulo, mormente da Capital Paulistana.

O objetivo era criar uma UNIÃO saudável e menos desgastante entre os irmãos. Nasceu um CONSELHO que foi intitulado COPESP- Conselho de Pastores do Estado de São Paulo em 1972 e que só foi oficializado de fato em 05 de janeiro de l990 no 1º Registro de Títulos e Documentos no Lv. A nº 196716 com a Influência do Bispo Manoel Ferreira, o Bispo Edir Macedo, Pastor Francisco Inácio da Silva, Pastor Samuel Ferreira e outros que entenderam a necessidade de tornara a instituição oficial para falar em nome dos pastores do Estado de São Paulo.

O Presidente Emérito do COPESP é o Pastor Francisco Inácio da Silva que liderou a instituição desde 1990 até o ano 2000, quando pediu seu afastamento por motivo de enfermidade e indicou para seu lugar o atual Presidente Bispo Carlos de Castro que está entrando em sua terceira legislatura.

O COPESP com 37 anos de existência é o conselho de pastores mais antigo do Estado de São Paulo e de onde se inspiraram e derivaram tantos outros conselhos que hoje ajudam pastores em suas mais diversas necessidades. Seu caminhar foi mais moroso que alguns de seus parceiros (filhos) , mais isso ocorreu a exemplo de toda família em que o irmão primogênito sente a responsabilidade de ser o exemplo para os mais novos e só depois de ajudá-los é que se libera para desenvolver sua própria vocação.

 

Bispo Carlos de Castro